dor no pé bolhas
Bolhas: como elas se desenvolvem e como evitá-las

Bolhas – seja no calcanhar, na planta do pé ou nos dedos dos pés – podem tornar insuportáveis ​​qualquer caminhada, corrida ou passeio de montanha.

Mas como eles se formam e como as bolhas podem ser evitadas?  Veja abaixo dicas para evitar o pior.

Todo mundo sabe disso: você ignora a leve fricção de seus pés até que cada passo se torne cada vez mais desconfortável.

No final, a dor é quase insuportável. Estamos falando de bolhas. Mas quais são as causas das bolhas nos pés? Como eles são formados? E como você pode evitá-los antes que eles surjam?

Breve base para a pele

Nossa pele consiste em várias camadas, que normalmente são interligadas por estruturas finas. A pele superior (epiderme), que também inclui a córnea, situa-se muito superficialmente. 

Abaixo está a derme (derme), que contém as raízes do cabelo e as glândulas sudoríparas, entre outras coisas. A camada mais baixa, que ainda faz parte da pele, é a chamada hipoderme, que contém os vasos sanguíneos, entre outras coisas.

Como as bolhas são formadas?

Sempre que algo se esfrega repetidamente, as chamadas forças de cisalhamento agem na pele. O entrelaçamento entre as camadas da pele se solta depois de um tempo e o fluido tecidual flui para a cavidade recém-criada. Quando as camadas mais profundas da pele se desprendem, o sangue também pode fluir.

Por um lado, isso é inteligente porque o líquido agora protege as camadas mais profundas da pele de uma pressão ainda maior, por outro lado, a pressão no tecido é aumentada. Isso ativa as células de dor muito sensíveis. E então o sinal “dor” é passado para o cérebro através dos tratos nervosos sensíveis.

Prevenção de bolhas ao caminhar: medidas profiláticas

Como você pode evitar bolhas? O princípio é simples – a implementação pode ser mais difícil. Trata-se de evitar qualquer forma de atrito nos pés durante corridas longas. 

Isso pode ser mais fácil ou mais difícil dependendo da sua predisposição pessoal e da “estrutura” dos seus pés. Abaixo estão dicas e truques que podem ajudar a prevenir bolhas e pés doloridos.

bolhas nos pés

1. Calçado apropriado

A mais importante de todas as regras: Preste sempre atenção aos sapatos bons, adequados. Aqui vale a pena investir um pouco mais de dinheiro para que você tenha um sapato que realmente caiba perfeitamente no seu pé.

Se houver problemas nos pés, uma palmilha ajustada individualmente pode ser uma vantagem. Os sapatos femininos devem ter um ajuste firme, especialmente no calcanhar, e não devem escorregar ao correr e principalmente ao subir ladeiras.

Ao amarrar, certifique-se de que o calcanhar esteja onde deveria estar. Se necessário, você deve parar e amarrar várias vezes. Sapatos novos, especialmente aqueles feitos de materiais sintéticos, devem sempre ser amaciados antes de passeios mais longos. 

Caso contrário, aplica-se o seguinte: experimente e escolha a bota de montanha individual no tamanho certo. O guia  de tamanhos de sapatos irá ajudá-lo a escolher o seu tamanho.

2. As meias certas

Como camada intermediária entre o sapato e o pé, as meias esportivas têm uma função importante na prevenção de bolhas. Servem de acolchoamento e mantêm o pé seco. As meias devem caber perfeitamente em termos de tamanho e não devem enrugar. 

Além disso, certifique-se de absorver bem o suor – especialmente com sapatos impermeáveis. Meias de lã são uma boa escolha, pois podem absorver muita umidade e ainda parecer secos. Meias de algodão definitivamente devem ser evitadas ao caminhar. 

Eles perdem a forma quando molhados e grudam na pele. O uso de meias mais grossas ou mais finas depende da área de uso, temperatura e sabor e deve ser testado em caso de dúvida. 

Meias e sapatos devem sempre se complementar em termos de área de uso. Uma meia de corrida e uma meia de caminhada são simplesmente projetadas de forma diferente.

3. Cuidados com os pés

Como o problema real sempre afeta os pés no final, eles também devem receber uma certa atenção. Se você é sensível, você pode experimentar passeios menores. Isso reduz o atrito e, portanto, a probabilidade de desenvolver bolhas. É igualmente importante garantir que seus pés estejam secos, caso contrário, os calos incharam e você ficará ainda mais propenso a falhas.

4. Treinamento dos pés

Andar descalço regularmente ajuda a tornar seus pés menos sensíveis. Os calos se formam gradualmente em áreas fortemente estressadas, que servem como uma camada protetora para tensões posteriores.

5. Fita

Se você tem manchas que sabe que são propensas a bolhas, uma camada de fita adesiva também pode ajudar.

É importante colar a fita na pele limpa e seca e certificar-se de que não enruga. 

Caso contrário, isso pode levar a bolhas. As bordas da fita devem estar em áreas menos estressadas.

Você deve dar importância a uma fita têxtil forte e estável que não saia quando você transpira. 

mulher com dor de cabeça
Doença de Ménière: o que é, quais os sintomas e causas?

Você já ouviu falar na doença de Ménière? Também conhecida como Síndrome de Meniere, se trata de um problema raro que atinge o ouvido interno.

A doença está associada ao excesso de líquido no canal auditivo. As principais características da síndrome são perda de audição, zumbido e vertigem frequentes.

Quer saber mais sobre a doença de Meniere?

Separamos algumas informações importantes que vão te ajudar a tirar dúvidas e saber se você pode ser portador da síndrome.

O QUE É DOENÇA DE MENIERE?

Como comentado anteriormente, a doença de Ménière está relacionada ao ouvido interno. No ouvido interno existe o labirinto membranoso que é um conjunto de arcos semicirculares e possui o chamado endolinfa.

A endolinfa é um líquido aquoso que tem função de ajudar no equilíbrio e posição espacial do nosso corpo. Toda vez que nos movimentamos, esse líquido também se move no interior do ouvido, fornecendo sinais para o cérebro que ajudam na identificação da localização.

Na síndrome de Ménière, acontece um excesso de endolinfa no labirinto, levando a problemas devido a pressão interna que esse líquido em grande quantidade causa.

Logo, o cérebro tem dificuldades de identificar os sinais enviados e acaba gerando tonturas e vertigens. Muitas pessoas no início confundem a doença com labirintite, porém a síndrome de Ménière pode ser muito mais grave levando até mesmo a perda auditiva.

SINTOMAS DA DOENÇA DE MÉNIÈRE

É muito importante prestar atenção nos sintomas da síndrome para um diagnóstico correto e para não confundir com outros problemas como a labirintite.

Embora não seja uma doença incapacitante, ela traz dificuldades no dia a dia.

Veja quais são os principais sintomas a serem observados:

1- Vertigem

A vertigem é um sintomas muito presente nessa doença, visto que ela afeta os sinais de posição enviados ao cérebro.

As sensações de tontura geralmente são fortes e iniciam de repente. Podem levar de 15 minutos até 1 dia inteiro com a crise de vertigem.

Além da sensação de estar tudo rodando, pode causar desequilíbrio, sendo perigoso para essa pessoa estar desacompanhada.

Vômitos e náuseas também podem acontecer durante a crise de tontura.

2- Zumbido no ouvido

O zumbido no ouvido possui várias causas e uma delas é a síndrome de Ménière.

Nesse caso, os ruídos que aparecem mesmo sem estímulos sonoros, são bem intensos.

3- Perda auditiva

Além do zumbido, a doença afeta a qualidade da audição. Com o passar dos anos, podem ocorrer perdas auditivas irreversíveis.

Geralmente os quadros de perda de audição acontecem após alguma crise da doença e podem apresentar melhora e piora constantemente. Ou seja, há períodos de agravamento.

O QUE CAUSA A DOENÇA DE MÉNIÈRE?

O QUE CAUSA A DOENÇA DE MÉNIÈREAinda não é possível dizer qual a causa exata do desencadeamento da síndrome. Mas acredita-se que esteja relacionada com o excesso de endolinfa no ouvido interno.

A causa do acúmulo desse líquido pode ser por uma enxaqueca, batida na cabeça, alergia, infecções virais, entre outros.

A DOENÇA DE MÉNIÈRE TEM CURA?

Infelizmente ainda não há cura para a doença, porém existem opções de tratamento para aliviar os sintomas e atrasar a progressão

Quais os possíveis tratamentos?

Como se trata de uma doença que não tem cura e que as crises podem levar a perdas de audição, entre outros problemas graves, os tratamentos buscam diminuir a intensidade e frequência das crises.

São eles:

⦁ Medicamentos antieméticos, tranquilizantes, diuréticos e anti-vertiginosos;
⦁ Fisioterapia;
⦁ Mudança de hábitos;
⦁ Cirurgia;
⦁ Medicamentos aplicados no ouvido;
⦁ Aparelhos auditivos.

Com a redução da audição devido às consequências da doença, os aparelhos auditivos são a opção ideal para trazer mais conforto e possibilidades ao paciente. Existem diversas empresas de aparelhos auditivos em Curitiba no Paraná, ou então procure os próximos da região onde você mora.

A DOENÇA DE MÉNIÈRE PODE MATAR?

Embora a doença traga diversos problemas à saúde e qualidade de vida do portador, não é uma doença fatal.

O ideal é garantir um tratamento correto para aliviar os incômodos que a síndrome pode trazer.

Descubra mais: aparelhos auditivos em curitiba no paraná

Mais detalhes: zumbido no ouvido

Como aliviar enxaqueca: 7 dicas infalíveis

Procurando dicas de como aliviar enxaqueca? A enxaqueca é uma doença neurológica crônica que se manifesta em ataques periódicos de dor de cabeça excruciante, acompanhados de náuseas, vômitos, foto e fobia de barulho.

A predisposição para a doença é transmitida geneticamente. Geralmente a doença começa a se manifestar na infância. Na idade adulta, as crises de enxaqueca costumam causar diminuição da capacidade para o trabalho.

São dores de cabeça de longa duração, intensas, às vezes completamente insuportáveis.

7 Dicas de como aliviar enxaqueca

Uma vez que o paciente se sente absolutamente normal fora dos ataques, ele geralmente quer saber como aliviar um ataque de enxaqueca, quais pílulas para enxaqueca comprar. No entanto, os médicos acreditam que os comprimidos por si só não são suficientes.

como aliviar enxaqueca em minutos

Veja também: O que é bom para azia na gravidez?

É necessário um tratamento abrangente: você precisa fazer exercícios, monitorar a dieta, controlar os fatores que contribuem para o desenvolvimento de uma crise de enxaqueca. Mas, se o ataque já começou, veja o que fazer:

1 – Dê-se paz, pare qualquer trabalho, principalmente o físico.

2 – Refresque-se ou beba algo doce, se sua condição permitir.

3 – Tome um banho quente ou banho com pouca luz. Muitos pacientes acham que a água ajuda a relaxar.

4 – Retire-se para um quarto escuro e bem ventilado.

5 – Massageie suavemente as têmporas, testa, pescoço e ombros.

6 – Coloque uma compressa fria na cabeça e deite-se.

7 – Tome remédio para enxaqueca

Não se automedique! Os medicamentos devem ser selecionados pelo médico, levando em consideração as características individuais do paciente.

Tenha sempre consigo pelo menos uma dose do medicamento recomendado pelo seu médico. É melhor tomar medicamentos para enxaqueca aos primeiros sinais de um ataque que se aproxima, então eles agem mais rápido.

Quanto mais cedo você tomar o medicamento, mais eficaz ele será. Durante uma crise de enxaqueca, o trato gastrointestinal fica mais lento, de modo que os medicamentos tomados em forma de pílula são absorvidos pelo sangue mais lentamente do que o normal.

O mecanismo do início da enxaqueca

Apesar de a enxaqueca ser conhecida desde os tempos antigos, o princípio da formação da dor ainda não é totalmente compreendido. Com um alto grau de probabilidade, podemos dizer que a enxaqueca não está associada à pressão intracraniana e arterial, e não é causada por tumores e lesões, e não é consequência de estresse mental.

Existe uma correlação entre enxaqueca e acidente vascular cerebral, mas se a enxaqueca é uma consequência do acidente vascular cerebral ou sua causa não é completamente conhecido.

No momento, existem várias hipóteses que explicam a mecânica da dor, e todas elas, de uma forma ou de outra, dizem respeito aos vasos do cérebro. Isso, aparentemente, está associado à natureza pulsátil da dor.

Entre as causas mais possíveis da síndrome da dor está o estreitamento do lúmen vascular, que causa irrigação sanguínea insuficiente em certas partes do cérebro – é por isso que as dores da enxaqueca têm uma localização clara.

De acordo com outra versão, os vasos, por motivos diversos, se expandem de forma desigual, provocando uma reação em forma de dor.

Se a mecânica interna da enxaqueca interessa mais aos especialistas, então os fatores que provocam diretamente um ataque são uma questão urgente para os pacientes comuns.

Causas e fatores provocadores da enxaqueca

Felizmente, a experiência de observar pacientes com enxaqueca ao longo dos séculos revelou o que geralmente precede uma onda de dor. Os principais gatilhos da enxaqueca são geralmente conhecidos:

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Fatores neurológicos

Estresse, fadiga e sentimentos fortes levam a um ataque de enxaqueca.

Fatores nutricionais

O álcool é um belo exemplo. Além disso, o líder nesta triste competição não é a vodka, mas os vinhos espumantes, champanhe, cidra. Ou seja, bebidas contendo gases que aceleram a absorção do álcool.

O uso de vários alimentos também pode causar um ataque, incluindo nozes, chocolate, queijo, peixe.

Drogas hormonais

Frequentemente, as crises de enxaqueca são acompanhadas pelo uso de anticoncepcionais hormonais.

Distúrbios do sono

Não importa se a violação do regime se expressa na falta de sono ou em seu excesso.

Fatores externos

Mudanças no tempo, flutuações na pressão atmosférica podem provocar um ataque. Uma viagem a uma zona climática diferente.

Se você tem tendência a ataques de enxaqueca, considere o último fator ao planejar viagens e viagens longas. Concordo, é uma pena passar as férias inteiras com dor de cabeça.

Saiba mais: Como tirar olheiras

Prevenção de dores de cabeça

A base para a prevenção das crises de enxaqueca é a eliminação máxima dos fatores desencadeantes da enxaqueca. Um papel importante nisso é desempenhado pela normalização da rotina diária, a correta alternância dos ciclos de trabalho e descanso, a prevenção de sobretensão nervosa e cargas de estresse.

dor de cabeça forte

Seria útil ter uma dieta que excluísse ou reduzisse o consumo de alimentos que provocam a produção de serotonina – carnes defumadas, queijos, chocolate, álcool.

Além disso, para fins de prevenção, podem ser prescritos anticonvulsivantes e antidepressivos.

Veja algumas dicas do que evitar:

  • Comer alimentos que contenham tiramina – carne defumada ou seca, banana, chocolate, frutas secas, frutas cítricas, queijo duro;
  • Abuso de sal;
  • Fome forçada ou deliberada por um período significativo de tempo;
  • Iluminação muito brilhante e sons altos;
  • Luz muito forte;
  • Odores desagradáveis ​​obsessivos (diluente, fumaça de cigarro, perfume, etc.);
  • Tomar anticoncepcionais orais ou terapia de reposição de estrogênio;

Mantenha um diário de dor de cabeça

Manter um diário ajudará a coletar informações importantes sobre sua dor de cabeça: com que frequência a dor de cabeça dói, quando e por quanto tempo a dor de cabeça dura, quais os sintomas que a acompanham.

Essas informações são muito valiosas para fazer um diagnóstico correto, identificar os fatores que provocam dores de cabeça e avaliar a eficácia do tratamento.

Não existe cura completa, apenas dicas de como aliviar enxaqueca e prevenir. No entanto, para a maioria das pessoas com enxaqueca, os ataques tornam-se menos frequentes com a idade.

Tratamentos para Candidíase vaginal

As infecções vaginais são problemas comuns que podem acontecer com as mulheres em diversos momentos da vida. Uma dessas infecções mais comuns é a candidíase vaginal.

As causas para o surgimento do problema podem ser bem variadas e, muitas vezes, ela pode não apresentar sintomas, sendo possível até que se cure sozinha.

No entanto, o acompanhamento de um médico ginecologista é sempre muito importante para que o problema possa ser tratado da forma mais adequada.

Então, se você está interessado e quer saber um pouco mais sobre a candidíase vaginal, continue lendo e descubra todos os detalhes. Vamos lá?!

candidíase vaginal

O que é candidíase

Para quem ainda não conhece, a candidíase nada mais é do que uma infecção, que é causada pelo fungo cândida, mais comumente o tipo cândida albicans.

Embora o fungo do tipo cândida albicans seja o causador da candidíase em 80% a 90% das vezes, a infecção também pode ser causada por outros tipos, tais como krusei, glabrata, parapsilosis e outros.

A candidíase é bastante conhecida por se manifestar nos órgãos sexuais femininos, mas a verdade é que ela também pode aparecer em outras diversas regiões, tais como boca, unhas, garganta, pele, órgãos sexuais masculinos e até mesmo na corrente sanguínea.

O fato é que a ocorrência é muito maior nas mulheres, na vagina, mas ela também pode ocorrer em homens.

Sintomas da candidíase

Como já foi dito, a candidíase pode se manifestar em diversas áreas do corpo. Cada uma dessas manifestações apresentará seus sintomas característicos, ou seja, a candidíase de pele não terá os mesmos sintomas que a candidíase oral, por exemplo.

No entanto, como estamos falando principalmente da candidíase vaginal, que é o tipo mais comum, é sobre esses sintomas que vamos falar. Então, conheça os principais sintomas da candidíase vaginal:

  • Corrimento vaginal de cor branca, com aspecto semelhante ao leite talhado;
  • Intensa coceira e sensação de ardor na região vaginal
  • Ardor e dor durante o contato íntimo
  • Vermelhidão e inchaço na vagina

Vale lembrar que é sempre muito importante que a mulher que manifeste esses sintomas vá procurar um médico ginecologista para que possa ter um diagnóstico e tratamento adequados.

Quando a mulher está com a candidíase vaginal, ela pode transmitir o fungo para o homem durante o contato íntimo. No entanto, o homem normalmente não desenvolve o sintoma.

Por isso, muitas vezes, os tratamentos ginecológicos para candidíase vaginal incluem também o parceiro, a fim evitar a possibilidade de reinfecção.

O parceiro deve sempre fazer o tratamento, mesmo que não apresente sintomas!

O que causa a candidíase

A principal causa da candidíase vaginal é o fungo vaginal denominado cândida albicans.

O que a maioria das mulheres não sabe é que esse fungo já habita normalmente a flora vaginal, porém em pequenas quantidades, vivendo em equilíbrio na área íntima.

No entanto, existem alguns fatores que podem fazer com que o organismo tenha algum tipo de desequilíbrio, possibilitando que o fungo se reproduza, entrando em desequilíbrio e causando sintomas.

Mais do que isso, áreas úmidas e quentes oferecem um ambiente mais propício para a reprodução do fungo. Justamente por isso é que as partes íntimas, bem como dobras da pele, são os locais mais comuns para o aparecimento desse problema.

Vale lembrar ainda que esse desequilíbrio na reprodução do fungo pode acontecer com maior facilidade em pessoas que possuem algum déficit no seu sistema imunológico.

Isso porque são justamente as defesas do nosso sistema imune que atuam contendo a reprodução exagerada do fungo.

Tipo:

Como já foi dito anteriormente, o fungo cândida pode causar infecção em diversas áreas do corpo, dependendo de onde ocorre a sua proliferação exagerada.

Por isso, existem diversos tipos de candidíase, que são os seguintes:

  • Candidíase mamária

A candidíase mamária, como o nome sugere, ocorre nas mamas, causando infecção, dor, vermelhidão e feridas de difícil cicatrização. Ainda pode causar fisgadas no seio durante a amamentação, continuando mesmo após a criança terminar de se alimentar.

O tratamento é com o uso de medicamentos antifúngicos que podem ser administrados em forma de comprimidos ou de pomadas, sempre de acordo com a indicação do médico.

Vale lembrar que quanto ela ocorre durante o aleitamento, a mulher não precisa deixar de amamentar. No entanto, o bebê também deve ser tratado, especialmente se houver sintomas de candidíase oral.

Isso irá ajudar a evitar uma nova infecção da mãe durante as próximas amamentações.

  • Candidíase na vagina

A candidíase vaginal é a forma mais comum do problema, acontecendo principalmente com mulheres que possuem um sistema imunológico menos forte ou mulheres cuja flora vagina está em desequilíbrio.

Nesses casos, o fungo já está presente no organismo, o que é normal. No entanto, devida a um desequilíbrio fisiológico, ele consegue se reproduzir mais do que o normal, visto que não há contensão para isso.

  • Candidíase no pênis

A candidíase no pênis é também denominada de balanopostite e ela não é tão comum quanto a candidíase vaginal, mas deve ser tratada com atenção.

Em grande parte dos casos, o que leva ao surgimento do problema é o aumento da vulnerabilidade do organismo, possibilitando a reprodução exagerada desse fungo.

Uma higiene precária, bem como o diabetes podem ser fatores comuns no surgimento do problema.

  • Candidíase na garganta

Esse tipo de candidíase pode ser encontrada em pacientes de todas as idades, especialmente em adultos depois de um contato íntimo desprotegido, bem como em pacientes que estejam realizando tratamentos que levam ao comprometimento do sistema imunológico.

O problema, também conhecido como sapinho, causa aftas na região oral e também dificuldade de engolir.

candidíase vaginal

Como tratar candidíase com remédio caseiro

Além dos remédios vendidos em farmácias, que devem ser receitados pelo médico, ainda é possível complementar o tratamento da candidíase vaginal com remédios caseiros.

Sem dúvidas, esse tipo de tratamento feito em casa pode contribuir muito para a melhora do problema e aliviar os sintomas.

Dito isso, vamos ver alguns tratamentos caseiros para a candidíase:

  • Banho de assento para candidíase

Os banhos de assento são ótimas alternativas para o tratamento da candidíase vaginal, sendo algo muito comum e popular entre os mais velhos.

Uma excelente alternativa é fazer um banho de assento com chá de camomila bem concentrado.

Para isso, ponha cerca de 1 litro do preparo escolhido em uma bacia e sente-se nela, deixando a vagina em imersão por cerca de 10 a 15 minutos.

A água usada não deve estar quente nem gelada, ou seja, morno é a temperatura ideal.

  • Alho para candidíase

Muita gente não sabe, mas o alho é um ingrediente poderoso para a saúde. Embora não hajam evidências científicas de que o alho ajude a tratar a candidíase vaginal, a verdade é que ele contem uma substância altamente alcalina e com propriedades bactericidas. Por isso, pode ser muito útil para tratar o problema.

No entanto, vale lembrar que colocar o alho na vagina pode acabar causando irritação e uma piora no quadro. Por isso, uma boa dica para aproveitara as propriedades do alho é usá-lo no preparo das refeições mesmo.

  • Chá de orégano para candidíase

Embora não seja muito saboroso, o chá de orégano ajuda a tratar o problema da candidíase vaginal. Isso porque esse ingrediente possui propriedades antimicrobianas e antifúngicas.

Além disso, outro componente do orégano é o carvacrol, que atua inibindo o crescimento do fungo, bem como o componente timol, que ajuda a melhorar o sistema imune.

  • Óleo de coco para candidíase

O óleo de coco é rico em ácido caprílico e ácido láurico, que apresentam ação antifúngica, as sem afetar as bactérias que existem na flora intestinal.

O melhor de tudo é que existem estudos que mostram que ele pode agir diretamente contra o fungo cândida albicans.

Ele pode ser usado como alimento ou de forma tópica. Isso quer dizer que você pode adicionar uma colher de chá do óleo no chá de orégano, por exemplo, ou ainda aplicar ele diretamente na vagina.

  • Chá de folha de goiaba para candidíase

O chá feito das folhas da goiabeira pode ser muito eficiente para o tratamento da candidíase vaginal. Para isso, basta fazer a infusão de 30g de folha para cada litro de água.

O chá deve ser usado para fazer banho de assento, lembrando que vede estar morno e o procedimento deve ser feito de 2 a 3 vezes por dia.

  • Bicarbonato de sódio para candidíase

A vagina tem a característica de ser naturalmente ácida, mas o seu pH pode acabar apresentando alterações por uma grande variedade de motivos.

O que muita gente desconhece é que o uso do bicarbonato de sódio em banhos de assento pode ajudar a diminuir a coceira, característica da candidíase vaginal.

Vale lembrar, porém, que esse tipo de aplicação serve como uma forma de aliviar o sintoma da coceira e não como um tratamento mesmo.

Remédios para candidíase feminina

A candidíase vaginal é um problema que pode ser tratado com diferentes antifúngicos. Alguns deles podem ser uso oral enquanto outros vem em forma de pomadas.

Então, vamos conhecer os principais remédios para candidíase:

  • Secnidazol candidíase

O secnidazol é um medicamento de via oral, ou seja, em comprimidos. Sua administração para o tratamento da candidíase normalmente acontece em dose única, ingerindo 2 comprimidos de 1000mg cada, sempre juntamente de uma refeição.

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  • Fluconazol para candidíase

O fluconazol é outro medicamento indicado para o tratamento da candidíase vaginal. Essa substância pode ser encontrada tanto em comprimidos quanto em pomada ginecológica.

Em casos mais sérios, o médico pode recomendar a combinação de mais de um tipo de tratamento, a fim de conquistar o sucesso da ação.

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  • Violeta genciana para candidíase

A violeta genciana é um poderoso antifúngico, bastante utilizado para o tratamento da candidíase. Para usá-la é só aplicar o produto sobre a área afetada de 2 a 3 vezes no dia pelo máximo de 3 dias.

Vale lembrar que o produto possui uma coloração violeta intensa podendo manchar roupas e a pele.

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  • Nistatina para candidíase

Esse creme vaginal é bastante indicado para tratar a candidíase vaginal, atuando no combate ao fungo. O produto vem com um aplicador, que facilita que o creme seja depositado bem profundamente no canal vaginal.

O mais importante de tudo é ressaltar que é muito importante sempre procurar um médico para que se tenha um diagnóstico preciso e seja possível determinar o melhor tratamento para cada caso.

Pronto, agora você já sabe o que é a candidíase vaginal e seus outros tipos, seus sintomas, causas e como tratar o problema adequadamente. Aproveite essas dicas e cuide-se!

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Feridas na boca, como tratar

A mucosa oral é um local onde normalmente já habita uma grande variedade de bactérias e isso é absolutamente normal. No entanto, muitas vezes ocorre algum tipo de desequilíbrio no organismo ou contaminação, levando ao surgimento de feridas na boca, garganta e língua.

Mais do que isso, o uso de determinados medicamentos também pode levar ao surgimento de feridas na mucosa, ocasionando problemas secundários, como dificuldade de engolir, dor e outros.

Além de tudo isso, até mesmo pequenas pancadas ou irritação na região podem causar feridas na boca.

Quem usa aparelho ortodôntico, por exemplo, sabe como ele pode ocasionar lesões, especialmente na parte interna das bochechas.

As infecções por vírus, como a herpes também causam bolhas, que costumam arder e doer muito, especialmente na região dos lábios.

Quando o problema persiste por mais tempo, pode ser sinal de outras afecções, tais como sífilis, lúpus, úlceras, líquen plano, cancro mole e outros.

O mais importante de tudo é, quando constatar o problema, procurar pela orientação de um dentista ou de um médico. Somente eles poderão examinar as características da lesão e o que está causando o problema.

Normalmente, na maioria dos casos, as lesões tendem a desparecer depois de 7 a 10 dias. No entanto, dependendo da causa, elas só irão embora quando um tratamento adequado for aplicado.

Então, se você quer saber um pouco mais sobre as feridas na boca, possíveis causas e tratamentos, continue lendo e descubra tudo o que você precisa saber. Vamos lá?!

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Estomatite

A estomatite aftosa é uma doença que, como o nome sugere, causa aftas na boca. No entanto, é sempre importante lembrar que ela não é contagiosa.

Quando essa doença está ativa, ela causa bolhas na mucosa, levando ao surgimento de feridas na boca quando essas bolhas estouram. Normalmente isso chega a acontecer até duas vezes por mês e pode variar de intensidade, sendo classificada como: menor, maior e herpetiforme.

A estomatite pode surgir devido a deficiência da vitamina B12, por sensibilidade do organismo a um determinado alimento, por mudanças hormonais, por estresse ou por causa de baixa imunidade.

As aftas que surgem são como pequenas lesões de cor amarelada ou branca, tendo a borda vermelha. Elas podem se manifestar na área interna da boca, incluindo língua lábios, bochechas, gengiva e até mesmo na garganta.

O tratamento desse problema tua apenas aliviando os sintomas e contribuindo para a cicatrização dessas ulcerações. Para isso, são usados medicamentos anti-inflamatórios, anestésicos e antibióticos.

Além disso, ainda pode ser recomendado o uso de algum tipo solução oral para aliviar a dor e desinfetar o local.

Aftas

As aftas são caracterizadas pelo aparecimento de uma grande variedade de pequenas úlceras de formato arredondado na boca.

Essas feridas na boca podem aparecer em qualquer lugar da mucosa, considerando língua, bochechas, lábios e também na garganta. Nesse caso é bem comum ter muita dificuldade para falar, engolir e comer, por causa da dor.

O surgimento do problema pode star relacionado com traumas no local, como uma mordida, bem como com o consumo de cítricos, falta de vitaminas, mudanças no pH oral causado por má digestão, uso de determinados remédios e até mesmo por estresse.

Quando as aftas são recorrentes, embora o fator causador ainda não seja bem claro, é importante averiguar o sistema imune, pois ele pode apresentar alguma deficiência.

Normalmente a afta se cura sozinha, sem a necessidade de uso de medicamentos para isso, sendo que o mais importante é eliminar o fator causador do problema.

No entanto, em alguns casos, o problema pode se manifestar de forma muito dolorosa e incômoda. Nessas situações, o médico ou dentista pode recomendar o uso de pomadas anestésicas, corticoides tópicos e até mesmo produtos de ação cicatrizante.

Vale lembrar ainda que o cuidado com a higiene bucal deve ser redobrado nesse período.

remédio para afta

Herpes labial

A herpes labial é um problema causado pro um vírus e é um dos principais causadores de feridas na boca. Ela acontece em decorrência de uma contaminação ao vírus herpes simplex, quando uma pessoa não contaminada entre em contado com as secreções das lesões de uma pessoa que está com o problema ativo.

Depois de contaminada, uma pessoa passará a ter o vírus em si sempre e ele se manifestará normalmente em situações de estresse ou baixa imunidade.

As lesões comumente são caracterizadas por pequenas bolhas, bastante dolorosas que acompanham vermelhidão, inchaço, sensação de ardor e coceira.

De uma forma geral, a herpes labial não precisa de tratamento, pois ela tem o seu tempo de atividade e depois se cura, durando de 10 a 14 dias.

No entanto, o médico ou o dentista podem recomendar o uso de alguns medicamentos com ação antiviral. O Aciclovir, por exemplo, pode ser usado tanto em pomada quanto em comprimidos, acelerando o processo de cura e aliviando os sintomas.

Mais do que isso, ainda podem ser recomendados medicamentos com ação anestésica, para diminuir a sensação de dor que é comumente causada pelas feridas na boca quando estão abertas.

Pênfigo

O pênfigo é um problema relativamente raro, que causa bolhas nas mucosas, incluindo a boca, olhos, garganta, nariz, boca e até mesmo na genital de ambos sexos.

Essa é uma doença autoimune, que é quando o próprio organismo produz anticorpos contra uma das estruturas do corpo. Isso quer dizer que o próprio corpo se ataca.

Então, os anticorpos chegam até as mucosas e diferentes pontos do corpo através da circulação, causando problemas sérios.

O tratamento do problema só deve ser determinado por um médico, analisando cada caso individualmente. No entanto, normalmente são utilizados corticoides, imunossupressores e antibióticos.

Esse tratamento pode ser feito em casa mesmo e deve durar de meses até anos, dependendo da reação individual de cada organismo. Além disso, é essencial contar com o acompanhamento de um médico durante todo esse período, a fim de acompanhar a involução do quadro.

No caso do surgimento de feridas mais severas, pode ser necessário internar o paciente para o início de um tratamento mais intensivo.

gengiva inchada

Candida (sapinho)

A candidíase oral é também muito conhecida popularmente como sapinho. Nesse caso, a infecção é causada pelo fungo cândida albicans e pode acontecer na mucosa oral, incluindo garganta.

Os sintomas mais comuns do sapinho são manchas ou placas na garganta, de cor branca ou amarelada, dificuldade de engolir, dor de garganta e também rachaduras dolorosas nos cantos da boca.

Normalmente essa é uma infecção que acontece quando há uma baixa no sistema imune, sendo bastante frequente em bebês.

O tratamento para a candidíase oral consiste no uso de um antifúngico, que pode ser em gel, creme ou líquido. Ele deve ser aplicado diretamente na área da mucosa que está infectada.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre as feridas na boca, o que causa e quais os possíveis tratamentos. No entanto, lembre-se que procurar um médico ou dentista é sempre a melhor alternativa para um tratamento adequado!

hipoganandismo-masculino
O que é hipogonadismo masculino

Existem diversas doenças e condições físicas que podemos não conhecer, até que um dia, acontecem conosco ou com alguém próximo. Um desses problemas pouco conhecidos é o hipogonadismo masculino.

Para quem não sabe, o hipogonadismo é uma doença ocasionada por um problema nas gônadas, ou seja, nos testículos dos homens ou nos ovários das mulheres.

Quando ela ocorre, esses órgãos não produzem adequadamente os hormônios sexuais necessários, tais como a testosterona para homens e o estrogênio para mulheres.

Mais do que isso, além da baixa ou nula produção hormonal, a produção de espermatozoides também pode ficar comprometida.

Infelizmente esse é um problema que não tem cura, mas depois de feito o diagnóstico, é possível determinar diferentes tratamentos, dependendo do fator causador.

Quando ocorre durante a puberdade, os órgãos sexuais masculinos podem não de desenvolver, visto que os hormônios sexuais são essenciais para isso.

Então, se você quer saber um pouco mais sobre essa condição, seus sintomas, causas e tratamentos, continue lendo e descubra tudo o que você precisa saber sobre esse assunto a seguir. Vamos lá?!

Hipogonadismo hipogonadotrófico

Hipogonadismo hipogonadotróficoEm primeiro lugar, é importante começar esclarecendo que as gônadas têm o seu funcionamento dependendo do comando de uma outra glândula, que se chama hipófise.

A hipófise, no entanto, fica no cérebro e é a responsável pela produção dos hormônios FSH e LH, responsáveis pelo funcionamento dos ovários e testículos.

Dessa forma é que podemos distinguir os dois diferentes tipos de hipogonadismo.

Isso quer dizer que, quando o hipogonadismo acontece por algum problema das gônadas, que por isso param a apresentar deficiência na produção de hormônios, podemos chamar o quadro de hipogonadismo primário ou hipogonadismo hipergonadotrófico.

Diferentemente disso, o problema também pode se originar na hipófise, que leva ao mal funcionamento das gônadas. Nesse caso, temos um quadro e hipogonadismo secundário ou hipogonadismo hipogonadotrófico.

Mais do que isso, ainda é possível diferenciar os tipos de hipogonadismo de acordo com o período em que surgem.

Isso porque em determinados casos, o hipogonadismo é congênito, ou seja, o indivíduo já nasceu com essa condição. No entanto, também podemos ter o hipogonadismo adquirido, que é quando o problema se desenvolve no decorrer da vida.

Hipogonadismo causas

Como já foi dito até agora, o hipogonadismo pode ter uma grande variedade de causas, ou seja, fatores que afetam o funcionamento das gônadas ou da hipófise, causando o hipogonadismo.

No entanto, quando surge em homens adultos, a causa mais comum para isso é a obesidade, que tem uma influencia bastante negativa na função dos testículos e da hipófise.

Mais do que isso, a ocorrência de traumas, como batidas, nos testículos também pode ser uma causa par ao hipogonadismo.

O uso de determinados medicamentos lícitos, tais como drogas que contenham opioides e os quimioterápicos, e outros ilícitos também podem levar a uma alteração no funcionamento das gônadas.

Outros distúrbios de origem hormonal, tal como o hipertireoidismo, quando não é tratado corretamente, podem ocasionar o hipogonadismo.

Já em relação às doenças genéticas, que são congênitas, podemos citar a síndrome de Klinefelter como uma das causas mais comuns para o hipogonadismo em homens.

No entanto, as possíveis causas para o hipogonadismo masculino não param por aí e podem ser bem variadas, veja:

  • Hemocromatose: essa doença faz com que o próprio organismo passe a depositar o mineral ferro nos tecidos. Isso pode causar danos às gônadas e também à hipófise.
  • Doenças autoimunes: nesse tipo de patologia, o próprio sistema de defesa do organismo se ataca. Nesse caso, os ovários ou os testículos podem acabar sofrendo o ataque também.
  • Tumores na hipófise, síndrome de Kallman, HIV e até mesmo outras doenças crônicas podem ser causa do hipogonadismo.
  • Tratamentos com radiação ou procedimentos cirúrgicos: procedimentos cirúrgicos e o tratamento com radiação, quando realizados em locais próximos aos testículos ou hipófise, podem alterar a função das gônadas.

Vale lembrar ainda que o pacientes com histórico familiar de qualquer um desses quadros citados também podem desenvolver o hipogonadismo. Por isso, o mais importante é sempre procurar por avaliação especializada para um bom diagnóstico e tratamento.

Hipogonadismo sintomas

O hipogonadismo, como já foi dito, pode ter várias causas. Por isso, os sintomas podem ser variados, de acordo com o fator causador. No entanto, os principais sintomas decorrentes de um quadro de hipogonadismo masculino são os seguintes:

  • Dificuldade de ereção
  • Diminuição ou ausência de crescimento dos pelos corporais, tais como pelos pubianos, nas axilas e barba
  • Redução na produção do esperma
  • Problemas de fertilidade, apresentando maior dificuldade de fecundar a parceira
  • Maior falta de energia e muita sensação de desânimo
  • Aumento da gordura abdominal
  • Diminuição da massa magra
  • Diminuição ou ausência da frequência e intensidade de ereções matinais
  • Irritabilidade.

Outro sintoma muito frequente e que gera muitas queixas, é a diminuição ou ausência da libido, que leva ao desinteresse sexual.

Hipogonadismo feminino

Hipogonadismo femininoAssim como foi dito anteriormente, o hipogonadismo feminino se caracteriza por um problema nas gônadas da mulher, que no caso, são os ovários, ao passo que nos homens são os testículos.

Tal como acontece no hipogonadismo masculino, a doença na mulher também pode ser classificada de acordo com o que causa. Isso quer dizer que se o hipogonadismo ocorre por algum problema diretamente relacionado aos ovários, temos o hipogonadismo primário ou hipergonadotrófico.

Por outro lado, se ocorre em consequência de algum problema na hipófise, temos o hipogonadismo hipogonadotrófico ou secundário.

Nesses casos, uma das principais causas mais comuns em pacientes do sexo feminino é a síndrome de Turner. No entanto, existem outras causas que podem levar ao surgimento do problema, tais como:

  • Emagrecimento constante, especialmente em mulheres que são atletas
  • Doenças autoimunes
  • Hemocromatose
  • Tratamentos de radiação ou procedimentos cirúrgicos

Como já foi explicado, o hipogonadismo masculino ou feminino não tem cura. Porém é sempre muito importante descobrir o que está causando o problema para que seja possível avaliar qual o melhor tratamento para a diminuição dos sintomas e a recuperação de uma vida sexual normal.

Tratamento Hipogonandismo

Como o hipogonadismo masculino e o feminino podem ter causas bem variadas. Por isso, os tratamentos também são variados, específicos para tratar o problema causador.

No caso de um tumor na hipófise, por exemplo, o tratamento indicado pode ser uma cirurgia para a retirada do mesmo ou também o uso de medicamentos, no caso de tumores que são produtores de prolactina.

Já no caso de doenças autoimunes ou traumas no testículo, quando o hipogonadismo masculino não é tratável, o mais indicado é instaurar uma terapia de reposição hormonal. Assim, os hormônios serão repostos no organismo por meio de comprimidos, ou seja, drogas sintéticas com testosterona para homens e progesterona e estradiol para mulheres.

Pode ocorrer também de o problema do hipogonadismo masculino ter surgido por causa de uma lesão na hipófise, como acontece no caso de pós-radioterapia.

Nesse caso, pode ser recomendado algum tipo de tratamento que atua na estimulação da função testicular.

Remédios

Na maioria das vezes, os remédios utilizados para o tratamento do hipogonadismo masculino e feminino possuem moléculas que são iguais ou muito semelhantes aos FSH E LH, produzidos naturalmente por um organismo saudável.

Dentre os medicamentos mais comuns para o tratamento do hipogonadismo masculino, podemos citar o Durateston e o Deposteron.

Embora esses sejam os mais comuns, eles não são os únicos e somente um médico poderá determinar o melhor tratamento para cada paciente, analisando histórico familiar, causas do problema e outras condições médicas.

Vale lembrar ainda que você nunca deve se automedicar, visto que isso pode ter efeitos nocivos e inadequados.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre o hipogonadismo masculino, cura, tratamentos, causas e muitos outros detalhes importantes. Aproveite essas dicas e boa sorte!

bebe-doente
Wallababie capa protetora para Bebê

bebe-seguro-e-tranquiloQuando temos um bebê, tudo o que mais queremos é colocar ele em uma bolha para evitar que os perigos do mundo possam prejudicar ele de qualquer forma possível.

No entanto, sabemos também que isso é algo impossível e que temos que aprender a lidar com essas situações da melhor maneira possível, que é prevenindo.

O fato é que nossos bebês são tão lindos e indefesos que tudo o que queremos é protege-los de todas as formas possível, afinal, somos os responsáveis por eles.

Foi pensando nisso que surgiu a Wallababie, que ajuda os papais a deixarem seus bebês muito mais seguros e protegidos do mundo de vírus e bactérias que existem por aí à solta.

Pois bem, para quem ainda não sabe, o Wallababie nada mais é do que uma capa multifuncional, que é produzida em um tecido especial e tecnológico que ajuda a criar uma barreira física contra germes, vírus e bacterias.

Seu uso é muito simples e ela pode ser aplicada de diversas maneiras no dia a dia do bebê, facilitando a rotina e protegendo a criança.

Mais do que isso, o tecido ainda oferece proteção solar UV 50+, que protege o bebê da ação nociva do sol.

O perigo da contaminação por bactérias nos bebês

bebe-doenteOs adultos, com o passar dos anos, vão adquirindo anticorpos e seu sistema imunológico vai se fortalecendo. No entanto, o sistema imune de um bebê ainda está se desenvolvendo, o que o deixa muito mais vulnerável à ação de agentes externos.

O fato é que o perigo é invisível e tem feito com que diversos bebês venham sendo internados em UTI’s por seus pediatras.

Há até o caso de uma mãe que pediu que as pessoas não beijem um bebê recém-nascido, que ganhou repercussão. O fato é que nossa boca realmente possui muitas bactérias que, para nós, são inofensivas, visto que temos um sistema de defesa já desenvolvido.

No entanto, em crianças, essas bactérias podem ser altamente nocivas, causando uma série de problemas de saúde e ninguém quer isso, não é mesmo?!

O fato é que o perigo está em todos os lados, como carrinhos de supermercado, restaurantes, parquinhos e muitos outros. Existem casos de mortes de bebês por contaminação no Rio de Janeiro e muitos outros.

A ameaças estão em todas as partes e se prevenir nunca é uma má ideia quando estamos falando da saúde e do bem estar dos nossos pequenos.

Como funciona o Wallababie?

O Wallababie, como já foi sito anteriormente, é uma capa protetora inteligente que ajuda a proteger o bebê de ameaças externas.

Você sabia que já foi comprovado que os carrinhos de supermercado possuem mais de 14 mil bactérias em cada centímetro quadrado? É pior que um banheiro público!
Portanto, se a ideia é mesmo a proteção do seu bebê, saiba que o Wallababie pode ser usado como uma capa protetora do assento do carrinho, não permitindo que seu filho (a) entre em contato com essa infinidade de perigos.

O bebe conforto também foi estudado e se constatou que ele tende a acumular mais bactérias que um banco de ônibus, por exemplo, mesmo que seja limpo, o que não impede o bebe de contrair uma infecção.

O Wallababie pode ser usado nesse caso também, para aumentar a segurança e a proteção nesse momento.

O Wallababie ainda pode ser utilizado para amamentar, criando um momento mais íntimo entre você e seu filho. Além de proteger contra germes bactérias e vírus, o Wallababie ainda pode ajudar a proteger seu filho de mosquitos, do frio, do vento e de curiosos desconhecidos que tocam nas crianças sem higienizar as mãos.

O produto é multifuncional, o que ajuda a diminuir o peso da sacola do bebê e o tempo que todos nós sabemos que leva para arrumar tudo para uma simples saída de casa.

https://youtu.be/y5u4YzMUsWg

Wallababie pode ser usado como cueiro ou trocador?

Claro que sim! Uma das funcionalidades do Wallababie é como trocador, ou seja, não importa onde você esteja, pode esticar o seu Wallababie, deitar o bebê em cima e realizar a troca de fraldas.

Tudo isso com muita segurança e proteção, não importante a superfície que você tem disponível, afinal, ele mantém a pele do seu filho longe de agentes nocivos.

Serve para qualquer tamanho de carrinho de bebe?

Sim, essa é outra grande vantagem do produto! Como ele é produzido em um tecido com elasticidade, ele pode ser utilizado nos mais variados carrinhos, bebês confortos e assentos de tamanho padrão no mercado brasileiro!

Protege contra H1N1, Bronquiolite, Pneumonia, Coqueluche, Meningite e Dengue?

O modo de ação do Wallababie é evitar que a criança tenha contato direto tanto com adultos infectados quando com outros bebês. Além disso, ele evita que haja o contato do seu bebê com superfícies que possam estar contaminadas por bactérias e germes, impossibilitando que haja a infecção cruzada.

Por fim, o Wallababie ainda ajuda a protege o bebê de insetos, incluindo aqueles mosquitos que são responsáveis pela transmissão de doenças. Portanto, se usado corretamente, o Wallababie pode proteger contra essa série de doenças sim.

Depoimento de Mãe

O site para comprar é seguro?

Completamente! O site oficial do Wallababie é muito seguro e também possui proteção contra a ação de recursos mal-intencionados. Mais do que isso, eles garantem a total proteção dos dados pessoais dos clientes fornecidos no momento da compra.

Isso porque essas informações são completamente sigilosas, segundo descrito na Política de Privacidade deles.

A entrega também é garantida e a confiabilidade disso pode ser vista no grande número de mamães e papais que já estão felizes usando o seu Wallababie e protegendo seus filhos. Lembre-se que centenas de Wallababie são vendidos diariamente pelo site!

Devo comprar ou não Wallababie?

Você se preocupa com a saúde e o bem estar do seu filho? Se a resposta é sim, você deve comprar o seu Wallababie agora mesmo.

O melhor de tudo é que o produto possui garantia, o que quer dizer que, se por qualquer motivo, você não ficar satisfeita, você tem 7 dias para solicitar o reembolso total da sua compra, sem burocracia ou complicação.

Então, não perca mais tempo e compre agora mesmo o seu Wallababie, para manete o seu filho mais protegido dos perigos invisíveis que o rondam.

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Sintomas-de-infarto-em-mulheres
Sintomas de infarto

sintomas-de-infartoOs sintomas de infarto agudo do miocárdio, são decorrentes do entupimento ou bloqueio de um vaso sanguíneo das artérias do coração. Esse bloqueio pode ser causado por coágulos do próprio sangue ou até mesmo gordura que se acumula nas veias.

Seja qual for o motivo, a obstrução impede a passagem de sangue pelo sistema circulatório, impedindo a passagem de sangue que irá provocar a morte das células cardíacas.

O infarto podo ocorrer em qualquer pessoa, independentemente da idade, podendo acontecer tanto com pessoas do sexo masculino como do sexo feminino.

No entanto, a ocorrência é maior em pessoas que fumam, que possuem mais de 45 anos de idade, que apresentam hipertensão, que sofrem de excesso de peso, colesterol elevado ou diabetes.

Dentre os principais sintomas de infarto, podemos citar os seguintes:

  • Dor no peito, do lado esquerdo, que se apresenta como uma pontada, aperto ou peso. Essa dor ainda pode irradiar para o pescoço, costas, axila, braço esquerdo e, em alguns casos, braço direito;
  • Dores de estômago sem que haja relação com a alimentação
  • Formigamento ou sensação de dormência no braço esquerdo;
  • Dores nas costas;
  • Sensação de mal estar;
  • Tonturas ou enjoos;
  • Suor frio ou palidez;
  • Respiração rápida e curta ou dificuldade para respirar;
  • Dificuldade para dormir;
  • Tosse seca.

Normalmente, esses sintomas de infarto citados acima costumam aparecer ou ficar mais intensos quando algum esforço físico é feito.

O mesmo acontece no pós-refeição ou durante um momento de estresse, que são momentos em que o coração faz mais esforço, podendo deixar os sintomas mais aparentes.

Embora os sintomas de infarto mais comuns sejam esses já citados, e isso vale para a maioria das pessoas, o infarto ainda pode apresentar algumas características especificas, de acordo com sexo, idade e outras particularidades de cada paciente.

Vamos saber um pouco mais logo a seguir!

Sintomas de infarto em mulheres

Sintomas-de-infarto-em-mulheresMuita gente ainda não sabe, mas as mulheres podem apresentar sintomas de infarto um tanto diferentes dos homens. Normalmente eles se apresentam de uma forma mais branda, tal como um peso ou desconforto no peito, sensação de mal-estar, peso nos braços e batimentos irregulares.

Isso acaba por confundir muitas mulheres, visto que são sintomas pouco específicos que chegam a ser confundidos até mesmo com problemas digestivos ou indisposição.

Tudo isso pode acabar gerando um atraso no diagnóstico, confundindo o quadro com outros problemas.

Vale lembrar, porém, que o risco de infarto em mulheres é menos que em homens. No entanto, na menopausa há um aumento significativo nesse risco, visto que os níveis do hormônio estrogênio acabam diminuindo. Esse hormônio atua como um aliado do coração, visto que gera a estimulação da dilatação dos vasos, o que facilita o fluxo de sangue.

Sendo assim, se os sintomas forem persistentes e, especialmente, se apresentarem piora com a realização de esforços, depois de se alimentar ou com estresse, é de extrema importância procurar imediatamente por atendimento médico de emergência para ter uma avaliação médica precisa.

  • Sintomas de infarto em pessoas jovens

Primeiramente é preciso falar que os sintomas de infarto em pessoas jovens não apresentam muita diferença do que ocorre com pessoas mais velhas.

Sendo assim, os principais sintomas também são dores ou sensação de aperto no peito, enjoo, formigamento nos braços, palidez, suor frio e tontura.

No entanto, o ponto que deve ser ressaltado é que os jovens possuem uma maior probabilidade de ter um infarto fulminante, ou seja, um infarto que ocorre de repente e leva o paciente à morte, sem chance de receber atendimento médico.

Isso ocorre porque, diferentemente dos idosos, o coração dos jovens ainda não teve tempo para desenvolver o que é chamado de circulação colateral. É ela que atua irrigando o coração em parceria com artéria coronária. Isso diminui o impacto que a falta de circulação pode causar ao coração.

De uma forma geral, o infarto acontece mais com homens acima dos 40 anos de idade e com mulheres acima dos 50 anos de idade. Isso porque há um aumento dos riscos causado por colesterol elevado, hipertensão, obesidade e também o diabetes.

Todos esses são fatores que levam ao surgimento de danos nos vasos sanguíneos, agindo sempre de uma forma silenciosa no decorrer dos anos. Então, quando o paciente chega a essa faixa etária mais avançada é que vêm as consequências, tais como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e infarto.

Mesmo assim, pacientes abaixo dessa idade também podem apresentar sintomas de infarto. Isso ocorre principalmente por causa de alterações genéticas que provocam alterações metabólicas da corrente sanguínea.

O risco é ainda maior em jovens que possuem um estilo de vida pouco saudável, com sobrepeso ou obesidade, tabagismo, ausência de atividades físicas e consumo excessivo de álcool.

Sintomas de infarto em pessoas idosas

Sintomas de infarto em pessoas idosasExiste um risco mais elevado para os idosos de apresentarem o que é chamado de um infarto silencioso. Isso porque no decorrer dos anos de vida a circulação pode acabar desenvolvendo vasos sanguíneos que atuam realizando a circulação colateral.

Esse processo ajuda as artérias coronárias a irrigarem o coração com sangue. Dessa forma, os sintomas podem ser mais leves, persistindo por dias sem que haja sobressaltos.

Esses sintomas leves que foram citados acima podem incluir palidez, suor excessivo, falta de ar, alterações dos batimentos cardíacos e desconforto no peito, entre outros.

Porém, é importante lembrar que isso não é regra e a dor sentida pode ser intensa, causando uma grande e desconfortável sensação de aperto na região torácica.

A dor também pode ser sentida na parte superior do abdômen, sendo muitas vezes confundida com quadros de refluxo e também de gastrite.

O fato é que pessoas idosas apresentam um maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, tais como AVC ou infarto, visto que o organismo sofre modificações em relação à circulação sanguínea, bem como na capacidade cardíaca e na condução dos batimentos. Isso torna o paciente mais propício ao desenvolvimento de complicações.

Vale ressaltar, porém, que esse risco é diminuído no caso de pacientes idosos que possuem hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação rica e saudável, com poucos carboidratos e gorduras, e mantendo o peso sob controle com a realização de atividades físicas frequentes.

Quando procurar um médico ao sentir sintomas de infarto?

Quando-procurar-um-médico-ao-sentir-sintomas-de-infartoSempre que o paciente apresentar algum tipo de dor intensa que fica localizada entre o umbigo e a boca e que tenha duração de mais de 20 minutos, é preciso procurar por um atendimento médico. Isso vale especialmente se essa dor vem acompanhada de alguns dos outros sintomas relacionados ao infarto.

O procedimento mais recomendado é procurar a emergência do hospital mais próximo ou ligar para p 192 e chamar o SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência).

Isso vale especialmente para pacientes que já possuem histórico de diabetes, colesterol elevado, hipertensão ou obesidade.

Para quem nunca teve um infarto e quer ajudar a melhorar a circulação e aliviar a dor, é possível tomar até 2 comprimidos de aspirina enquanto espera a chegada do atendimento.

Caso o paciente esteja tendo um infarto com perda de consciência, o mais indicado é iniciar a massagem cardíaca, para aumentar as chances de sobrevivência.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre os sintomas de infarto, como merecem atenção e como proceder na suspeita do problema.

Remédios-caseiros
Remédios caseiros para secura vaginal – Causas e Tratamentos

Remédios-caseiros-para-secura-vaginalA secura vaginal é um problema que pode acontecer com mulheres de qualquer idade e pelos mais variados motivos. No entanto ela também é um dos sintomas da menopausa, que deve ser tratado com atenção.

O fato é que esse tipo de problema afeta muitas mulheres que sofrem com a falta de lubrificação, que é especialmente prejudicial no momento das relações sexuais, podendo causar dor e desconforto,

Pois bem, a secura vaginal ocorre quando o muco vaginal está em desequilíbrio. O muco, por sua vez, é uma espécie de película liquida que se encontra dentro do canal vaginal.

Ela é a responsável por mantes toda a mucosa da área íntima viva e se renovando através dos ciclos hormonais.

No entanto, para isso, a secreção depende de uma variedade de fatores que, quando afetados, podem levar a mudanças na forma como esse muco é produzido.

As causas da secura vaginal podem ser variadas, tais como excessos no consumo de álcool, ingestão deficiente de água, fase do ciclo menstrual, estresse e outros.

Além disso, a maioria dos casos desse problema são causadas por uma diminuição na produção do hormônio estrogênio no organismo, que tem uma relação direta com o envelhecimento.

O fato é que não importa a fase da vida, esse quadro pode causar um verdadeiro prejuízo na vida sexual de uma pessoa. Isso porque a falta de lubrificação pode levar a mulher a sentir desconforto e dor durante a relação sexual.

As mulheres que estão passando pela menopausa, que já passaram por ela ou mesmo as gestantes e lactantes podem ser especialmente afetadas por esse problema.

A boa notícia é que existem remédios caseiros para secura vaginal, que podem ajudar muito a mulher a passar por esse problema da melhor forma possível.

Isso porque a secura é um distúrbio de lubrificação intima que pode levar a sentir muito desconforto e até mesmo sensação de queimação no dia a dia. No contato íntimo, essa sensação pode ser substituída por dor, inviabilizando uma relação prazerosa.

O mais importante de tudo é procurar um médico para que seja possível ter o devido acompanhamento e diagnosticar a verdadeira causa do problema, para que possa trata-la.

Então, se você se interessa pelo assunto, continue lendo e saiba um pouco mais sobre as opções de remédios caseiros para secura vaginal. Vamos lá?!

Antes de conhecer os remédios para secura vaginal, conheça as causas

Como já foi dito anteriormente, existem diversos fatores que podem causar a secura vaginal. Dentre eles, podemos citar o tabagismo, consumo excessivo de álcool, variações hormonais e outros.

Vamos conhecer outras possíveis causas para esse problema:

  • Deficiência na produção de estrogênio

O estrogênio é um hormônio produzido naturalmente pelo organismo feminino. É ele que ajuda a parede da vagina na produção do glicogênio, que por sua vez, é a substância que alimenta as bactérias e lactobacilos que ajudam a flora vagina a se manter saudável e com o pH correto.

Quando a produção desse hormônio é insatisfatória, o ciclo todo é comprometido, havendo um desequilíbrio na flora vaginal e, consequentemente, uma diminuição no número de células que a formam. Com isso ela fica mais fina e todo esse processo leva a secura vaginal.

  • Menopausa

A menopausa é determinada pelo final do ciclo reprodutivo feminino. O fato é que o principal objetivo dos hormônios femininos é manter os ciclos menstruais para que seja possível engravidar.

Quando o ciclo reprodutivo chega ao fim, o organismo vai diminuído gradualmente a produção dos hormônios sexuais progesterona e estrogênio.

Essa diminuição, como explicado no item anterior, leva ao surgimento de alterações no modo de funcionar do sistema reprodutivo da mulher. Um dos sintomas ou consequências disso é o ressecamento da área íntima.

  • Amamentação

No decorrer da amamentação, há o aumento do hormônio prolactina, que é o responsável pela produção de leite. Acontece que esse hormônio é um antagonista do estrogênio.

Dessa forma, quando maior os níveis de prolactina, menor serão os níveis de estrogênio produzido e ele é fundamental para a lubrificação vaginal

Mais do que isso, ainda podemos citar outras possíveis causas para a secura vagina, tais como:

  • Medicamentos: alguns antibióticos, nem como tratamentos de quimioterapia e radioterapia podem afetar a produção de estrogênio.
  • Candidíase e outras infecções: as infecções vaginais costumam alterar a flora vaginal, podendo ser associada ao ressecamento. Sendo assim, o problema deve desaparecer depois de tratada a infecção.
  • Falta de tesão: quando a falta de lubrificação se manifesta na relação sexual, ela pode estar ligada com a falta de excitação durante o contato íntimo.
  • Pílula anticoncepcional: o hormônio predominante nesses medicamentos é o progestogênio, cuja atividade difere do estrogênio, bloqueando o receptor estrogênico. Isso é pouco frequente, mas pode ocorrer com quem faz uso da mesma.

O acompanhamento médico é sempre a melhor alternativa quando o problema é secura vaginal. Isso porque é preciso saber a causa do problema para poder trata-lo.

No entanto, existem remédios caseiros que podem ajudar muito com esse problema e vamos falar sobre eles no tópico a seguir.

Remédios caseiros para secura vaginal

Remédios-caseirosObviamente, resolver o problema de secura vaginal vai depender do que está causando o mesmo. No entanto existem diversos remédios caseiros que podem ser utilizados para ajudar nesse problema e para que você não sofra mais com o problema.

Vamos conhecer as melhores alternativas de remédios caseiros para secura vaginal:

  • Camomila

O chá de camomila é excelente para a secura vaginal. Para isso, basta colocar dois punhados de flores de camomila em 1 litro de água fervente. Tape e deixe esfriar.

Coe e use essa infusão para fazer banhos de assento, que certamente irão melhorar a coceira causada pelo ressecamento e melhorar lubrificação.

  • Chá de folha de amoreira

Use meio litro de água para 5 folhas de amoreira dos frutos negros. Essa é uma excelente alternativa para quem está passando pela menopausa, visto que ajuda a melhorar não somente a secura vaginal, como outros sintomas da mesma.

  • Vitaminas C e E

Essas vitaminas ajudam muito no aumento da lubrificação vaginal. A vitamina C ajuda na restauração da flora, especialmente se combinada com uma dieta balanceada e saudável.

  • Tília

Essa planta medicinal pode ser usada para preparar uma infusão, usando 2 colheres de sopa de tília para cada xícara de água fervente. Ferva por 3 minutos, deixe esfriar e coa. Tome duas xícaras do preparo por dia para ajudar no tratamento da secura vaginal causada por estresse.

  • Valeriana

Também excelente para o tratamento e secura vaginal causada por estresse, a infusão de valeriana pode acabar com o problema. Para isso, é só colocar dias colheres de sopa de valeriana para uma xícara de água fervente e tomar uma xícara do preparo por dia.

  • Vitamina de banana

Além de saudável, esse é um dos remédios caseiros para secura vaginal dessa lista. Para isso, basta liquidificar 1 banana com um copo de leite de soja e 2 colheres de amêndoas. Tome diariamente pois os minerais e vitaminas dessa bebida ajudam a estimular a produção hormonal e a melhorar a lubrificação.

  • Cúrcuma

O extrato de cúrcuma pode ser misturado com um pouco de leite até formar uma pasta que desse ser aplicada no local afetado para acabar com o problema do ressecamento.

  • Óleo de sésamo

Esse óleo atua como um lubrificante vaginal natural. Para ajudar com o problema, basta umedecer um pedaço de algodão com o óleo e depois aplicar diretamente na área. Repita por uma semana.

  • Chá de Ginseng

Essa é uma planta medicinal famosa por melhorar o sistema circulatório, o que ajuda a melhorar também a lubrificação vaginal. Para isso, basta ferver 2 gramas de raiz de ginseng com 200 ml de água, deixar amornar e depois coar. A mistura deve ser tomada diariamente até que haja melhora na secura.

Pronto, agora você já conhece os melhores remédios caseiros para secura vaginal, o que causa o problema e como lidar com ele. Aproveite essas informações e boa sorte!

Se nada der certo, é possível também usar alguns cremes para ajuda na secura vaginal, existem muitas opções, você poderá optar pelos dois hidratantes abaixo, o Vagidrat é o que apresenta melhores resultados e possui maior durabilidade:

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Hyalufem é um gel hidratante intravaginal de longa duração, contém ácido hialurônico que atua diretamente na região desidratada proporcionando umidade e lubrificação.

Hyalufem alivia os sintomas do ressecamento vaginal como coceira, irritação e desconforto na relação sexual, ajudando a manter a umidade e a saúde vaginal.

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Vagidrat é um hidratante intravaginal com textura gel, desenvolvido para hidratar e lubrificar, além de restaurar a umidade vaginal natural. O gel hidratante atua diretamente nas células secas proporcionando umidade e lubrificação. Cada aplicação pode durar até 3 dias.

Em sua composição, contém:

Ácido poliacrílico; Água; Carbômero; Flicerina; Hidróxido de sódio; DMDM hidantoína e Iodopropinil butilcarbamato;

Indicações:

Vagidrat é recomendado para a mulher que necessita de hidratação vaginal, mas pode ser usado por mulheres que desejam manter a lubrificação e umidade naturais. Não contém hormônios, fragrâncias e parabenos, se tornando menos agressivo para a pele sensível da mulher.

Sua lubrificação dura por até três dias e pode ser usado antes de relações sexuais e com o uso de preservativos, porém recomenda-se aplicação contínua para que a umidade natural seja restabelecida.

Modo de uso:

Vagidrat contém um aplicador desenvolvido para depositar a dosagem exata de hidratante em todas as aplicações, que devem ser a cada 2 ou 3 dias. O uso do aplicado facilita a aplicação e evita que sejam depositadas dosagens erradas.

1-Retire a tampa da bisnaga e perfure o lacre;

2-Adapte o aplicado à bisnaga e encha-o;

3-Retire o aplicador cheio e feche a bisnaga;

4-Deitada, introduza profundamente o aplicador cheio dentro da vagina elevando as pernas, transfira todo o conteúdo para a vagina e descarte o aplicador após o uso.

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Hérnia inguinal

Hérnia inguinal nada mais é do que uma espécie de protuberância que costuma aparecer na área da virilha, sendo mais comum em pacientes do sexo masculino.

Isso ocorre, normalmente, quando uma parte do intestino sai através de um ponto fraco encontrado nos músculos abdominais.

A hérnia inguinal normalmente acontece quando o indivíduo faz com que o local sofra elevadas pressões ao longo dos anos. Assim, há um aumento gradativo da fragilidade da musculatura abdominal, levando a uma herniação.

A hérnia inguinal direta é correspondente a 75% de todos os casos de hérnia, sendo 25 vezes mais comuns em homens.

Já a hérnia inguinal indireta é mais facilmente encontrada em crianças e jovens adultos, tendo origem em um defeito anatômico e congênito.

Hernia-Inguinal

Nesses casos, ela ocorre porque o canal inguinal não se fechou corretamente e então há a herniação das alças intestinais.

Não é somente a pressão realizada em exercícios que podem contrair a musculatura abdominal. Isso ocorre também quando há um aumento da pressão em outros tipos de esforços, como para evacuação, por exemplo, ou ainda no parto, na força realizada para expulsar o feto.

Tipos de hérnia inguinal

Como já foi falado anteriormente, existem dois tipos diferentes de hérnia inguinal. Vamos entender melhor cada um deles logo a seguir:

Hérnia inguinal direta: esse é o tipo mais comum em pacientes adultos e também em idosos. Normalmente acontecem após repetitivos esforços que levam a um aumento da pressão na região da barriga.

Hérnia inguinal indireta: esse tipo acontece mais em bebês e crianças, sendo decorrente de um problema congênito que ocorre na parede abdominal.

Independentemente do caso, o tratamento é sempre uma cirurgia que irá recolocar a parede do intestino no seu lugar e ainda a fortalecer os músculos do abdômen para que o problema não volte a acontecer.

Quais são os sintomas de hérnia inguinal?

Dentre os principais sintomas da hérnia inguinal, podemos citar os seguintes:

  • Inchaço ou protuberância na região da virilha;
  • Sensação de desconforto ou dor na virilha quando levanta-se, curva-se ou levanta peso;
  • Sensação desconfortável de peso na virilha.

Por outro lado, o problema pode ser de difícil identificação em bebês, visto que pode não haver saliência na virilha no momento da troca de fraldas.

Mesmo assim, uma maneira de averiguar o problema é observar o local quando o bebê chora, visto que há um aumento de pressão por causa do choro, o que deixa a hérnia mais aparente.

Nos homens, por sua vez, pode haver também uma dor aguda que irradia para os testículos, além dos sintomas clássicos já citados.

Além disso, em quase todos os casos, ocorre que o intestino pode ser manualmente empurrado para dentro do abdômen de novo. Isso alivia os sintomas.

No entanto, de forma nenhuma isso exclui a necessidade de realizar uma cirurgia para corrigir o problema de uma forma definitiva.

Isso porque uma hérnia inguinal sem ser colocada de volta no seu lugar, há um risco elevado de que ocorra um encarceramento, que é quando o intestino fica preso e há risco de necrose dos tecidos.

O diagnóstico de hérnia inguinal pode ser feito pelo médico apenas com observação do local. No entanto, em alguns casos, pode ser necessário realizar um exame de imagem, como uma ressonância magnética, antes de recomendar qualquer tratamento.

Sintomas decorrentes de hérnia encarcerada

sintomas-da-Hernia-InguinalExistem casos de hérnia inguinal em que o intestino pode ficar preso, levando ao surgimento de sintomas como:

  • Distensão abdominal
  • Vômitos
  • Ausência de fezes
  • Inchaço na região inguinal

É importante ressaltar que esse é um tipo de problema mais comum em bebês, visto que na maioria das vezes é difícil identificar o problema da hérnia, levando o quadro a piorar com o tempo.

Justamente por isso que, se houver qualquer suspeita de que o bebê possui uma hérnia, é importante consultar o pediatra o quanto antes para resolver o problema.

Como é feita a cirurgia de hérnia inguinal?

A cirurgia para correção da hérnia inguinal é a melhor forma de tratar o problema, sendo a mais indicada para casos que apresentam sintomas. O procedimento cirúrgico é todo realizado apenas com anestesia raquidiana ou loca, não sendo necessário tomar anestesia geral. O tempo de duração do mesmo e de cerca de 2 horas.

Em determinados casos, o médico ainda pode optar por inserir uma “rede” no local, para ajudar a dar mais sustentação e evitar que o problema reapareça. De uma forma geral, a recuperação é bastante rápida, embora alguns cuidados devam ser tomados.

Veja os cuidados no pós-operatório de uma cirurgia de hérnia inguinal:

  • Não levantar nada com mais de 2 quilos de peso
  • Evitar esticar o tronco completamente, até que a cicatrização esteja completa
  • Não dormir de barriga para baixo
  • Comer mais alimentos ricos em fibras para diminuir o esforço de evacuação
  • Mais do que isso, durante o primeiro mês, ainda é aconselhado não ficar muito tempo sentado. Por isso, dirigir também não é algo recomendado.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre a hérnia inguinal, como ocorre, o que é, sintomas e como tratar o problema. Aproveite e boa sorte!